Gael olhou para Paulina e depois para mim. Percebendo a tensão que me dominava, segurou firme a minha mão.
Lorenzo chamou Paulina, que se aproximou e se sentou ao lado de Gael. Charlotte, de imediato, lançou-lhe um olhar afiado como faca, fuzilando o sobrinho.
— Que palhaçada é essa, Lorenzo? — perguntou em tom ríspido.
— Nada demais, tia. Achei que a mãe dos meninos deveria estar presente. — Ele sorriu, satisfeito em ver o ambiente ficar ainda mais tenso.
— Convidado, não convida. Paulina, faç