O jeito que Leandra cruzou os braços e me encarou me deixou alerta. O tom dela tinha aquela mistura de irritação, receio e um pouco de ciúme que só aparecia quando algo a incomodava de verdade. E, sinceramente, Paulina era o tipo de incômodo que ninguém precisava.
Respirei fundo antes de me aproximar dela.
— Amor… calma. — toquei seu braço devagar. — Vou ver o que está acontecendo. Prometo que não vou deixar ninguém te aborrecer.
Leandra ergueu uma sobrancelha, ainda séria.
— Ela está na nossa