Carrego Alaia para o carro e a coloco no banco do passageiro ao meu lado. Beijo a mão dela algumas vezes e fecho a porta. Entro no carro e fico ali sentado, olhando para a frente. Mordo meu lábio com força e, com raiva, dou um soco no volante algumas vezes, engasgando com um soluço. Pressiono minha cabeça no volante e choro, desesperado. Deus, por favor, proteja-a. Por favor, traga-a de volta para nós em segurança. Eu não quero mais nada. Apenas traga-a de volta para mim.
Depois de me recompor,