— Gabriel — começo, a voz ainda um pouco embargada pela emoção, um sussurro que mal quebra o silêncio do quarto. — Quando... quando você se deu conta que me amava? Que você não queria apenas um contrato? Que tudo ... — Gesticulo vagamente entre nós, entre o lençol emaranhado e a pele suada. — ...se tornasse real?
Ele me olha, um sorriso terno em seus lábios, e acaricia meu rosto com o polegar, um gesto que me acalma, me conforta. Seus olhos, antes tão frios e distantes, agora brilham com uma l