Eu não digo nada. Apenas aceno com a cabeça. Um sim silencioso, curto e direto.
O impacto desse aceno entre nós é quase físico. Vejo a respiração dela falhar por um milésimo de segundo. Ela volta a olhar para Leo, que ainda está agarrado ao braço dela, esperando uma resposta como se a vida dele dependesse disso.
— Por favor, Ana... — Leo insiste, a voz agora mais baixa, carregada daquela vulnerabilidade que só as crianças têm. — Vai ser legal. Eu mostro meu dinossauro que nada pra você.
Ana Cla