Sabrina Duran
Eu ri.
Uma risada alta, clara, que ricocheteou no mármore. Não era como uma dama deveria se comportar, mas é difícil levar essa mulher a sério.
— Você está muito enganada. Sabe por que você não pode me comprar? Não é porque eu sou uma santa. É porque eu já tenho dinheiro. Eu construí a L’Éclat com o meu suor, enfrentando monstros muito mais assustadores do que uma mulher amargurada num vestido de gala. Eu não preciso do seu dinheiro para ser alguém.
Dei mais um passo, forçando