— Está cedo demais, Diego! — eu disse, conseguindo finalmente me desvencilhar dos braços dele. Dei dois passos para trás, sentindo o ar frio da sala bater na minha pele quente. — Você é intenso demais, eu preciso respirar.
Eu achava que tinha ganhado espaço, mas Diego era como um predador que não perdia o rastro. Em um movimento rápido e fluido, ele avançou. Antes que eu pudesse reagir, minhas costas bateram na parede fria e ele me prensou ali, usando o peso do próprio corpo para me manter imóv