Ele parou de rir subitamente, mas o brilho nos olhos dele só ficou mais intenso, mais... faminto. Ele se inclinou para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, reduzindo o espaço entre nós até que eu pudesse sentir o cheiro de tabaco e perigo que emanava dele.
A expressão dele mudou. O humor deu lugar a uma curiosidade mórbida, quase infantil, como se ele estivesse pedindo os detalhes de uma história de ninar — só que uma bem sangrenta.
— Tá, agora para tudo — ele sussurrou, a voz descendo um