O quarto estava mergulhado em um silêncio que eu nunca experimentava na minha casa. Lá embaixo, o silêncio era tenso, como se as paredes estivessem esperando o próximo grito do meu pai. Aqui não. O som distante de um baile e o chiado abafado dos rádios eram como um ninar estranho, mas que me trazia uma paz inexplicável.
A cama do Diego era imensa, e o cheiro dele estava em cada centímetro do lençol. Eu tentei ficar acordada, queria ver o momento exato em que ele passaria por aquela porta, mas o