Janete narrando
Quando senti a mão firme do Pantera me puxando pelo braço, meu coração deu aquela disparada. Não era de medo, era daquele misto de raiva com desejo que só ele conseguia me causar. Fiquei cara a cara com ele, colada, sentindo o corpo dele quente, o cheiro marcante, a barba roçando de leve na minha pele.
E ele, com aquele jeito mandão, chegou no meu ouvido e soltou que ia me levar embora e que não queria ouvir "não". A audácia desse homem!
Eu podia muito bem ter virado as costas