Acordei com a luz suave de Milão filtrada pelas pesadas cortinas de seda. Minha cabeça estava apoiada no braço de Ethan, e Susan estava aninhada do meu outro lado. Os lençóis de algodão egípcio estavam emaranhados, e a taça de champanhe ainda estava vazia na mesa de cabeceira.
O choque da noite anterior havia sido substituído por uma estranha, quase domesticada, sensação de pertencer.
Movimentei-me, e Ethan gemeu suavemente, despertando. Ele abriu os olhos verdes e, ao me ver, sorriu. Não er