— Chegamos — Ryuu murmurou, sua voz baixa me arrancando dos pensamentos. Eu apenas assenti, me preparando para abrir a porta do carro, mas uma mão em meu antebraço me fez parar. Não olhei para ele. — Você está bem? — A pergunta saiu hesitante, quase abafada, como se ele não quisesse, de fato, ouvir a resposta.
— Estou — limpei a garganta, tentando apagar o ardor que queimava atrás dos meus olhos. — Só… só não sei se estou pronta para isso.
Ryuu não disse mais nada. Sua resposta, como tantas veze