— Como você está se sentindo? — Ryuu murmurou, enterrando o rosto em meu cabelo. Eu havia amarrado o emaranhado enquanto o médico estava aqui, uma tentativa inútil de manter as aparências.
— Como estou me sentindo? — questionei, incredulidade se misturando à frustração. Não era eu quem havia levado um tiro; a minha condição parecia insignificante diante da dor que ele carregava. O luto pela morte do avô e a realidade da minha gravidez pesavam como uma tempestade entre nós. Como se isso não basta