O café que Ryuu havia escolhido era pequeno, tranquilo, quase escondido entre as pedras antigas de uma rua estreita. Àquela hora do dia, os cafés costumavam estar lotados, com pessoas desfrutando de longos almoços ao sol. Mas aquele lugar tinha uma paz diferente, uma privacidade que, por um momento, me fez suspirar aliviada. Era claro que ele escolheu aquele ambiente para que pudéssemos escapar dos olhares curiosos, e eu silenciosamente agradeci.
Seguimos para uma pequena cabine de couro desgas