Conversa franca.
Diego Cesarini
As exigências da Natasha eram tranquilas, até ela chegar a pedir outro quarto, mas que merda. O que a porra de um vibrador tem que ela não quer dormir comigo? Em nenhum momento eu me esqueci daquele maldito pênis de borracha, será que ela já se acostumou? E não sente necessidade de um homem, ou simplesmente não me quer? Eu tenho que descobrir.
Seus olhos não conseguem esconder o desejo que ela sente, seu nervosismo e a respiração pausada ou acelerada, também é um ótimo gatilho