Sofia seguia.
Sem reclamar.
Sem desacelerar.
Noites viradas.
Trabalho empilhado.
Pouco sono.
Café frio esquecido na mesa.
Energético aberto pela metade.
Qualquer coisa servia quando a fome aparecia — pão seco, biscoito, restos de algo pedido às pressas.
Ela não queria admitir — mas não era só a própria reputação que estava em jogo, mas também as meninas que ela visitara e ouvira no hospital.
Não era mais só um caso.
Era pessoal.
O maxilar de Sofia ficava tenso quando uma