Thomas percebeu que já passava das oito da noite quando o apartamento estava finalmente em silêncio.
Sofia dormia.
Não um sono profundo, mas tranquilo o suficiente para que a respiração estivesse mais regular, o rosto menos tenso. Ele tinha esperado aquele momento com atenção quase excessiva — observando cada mudança, cada sinal de melhora, como se o corpo dela ainda pudesse traí-la a qualquer instante.
Ajudou-a a deitar com cuidado.
Ajustou o travesseiro.
Deixou a água, os remédios