O galpão ainda cheirava a poeira e metal velho quando Thomas apareceu na porta carregando Sofia.
Ela vinha encolhida nos braços dele, o corpo envolto em um lençol cinza, ainda trêmula, a respiração curta. O rosto marcado pelo susto, os pulsos vermelhos onde estiveram as amarras.
Quando saíram para a área aberta, os policiais mal tiveram tempo de reagir.
Os pais dela viram primeiro.
E correram.
— FILHA! — o pai gritou, atravessando a faixa de isolamento, empurrando dois agentes no cami