ROTA DO PENHASCO
No oitavo andar do prédio vermelho, mais uma página sombria era escrita no histórico do lugar.
José e Francisco imóveis, como se o tempo tivesse recuado vinte e cinco anos; a memórias devolvia daquele dia que nunca os deixou em paz. O concreto cru, o vento que cortava o vão das janelas, tudo parecia conspirar para repetir a tragédia.
No silêncio pesado do andar, o telefone de José não parava de tocar. No automático, ele atendeu e encaixou o aparelho na orelha.
— José? — a voz s