A Teia se Fecha
O dia mal havia amanhecido quando Augusto já seguia pela estrada rumo à empresa. O céu ainda estava cinzento, o sol tímido nascendo por trás dos prédios. O celular vibrou no console do carro. O nome na tela fez seu peito pesar: José Monteiro.
Depois de alguns minutos de conversa tensa.
O coração de Augusto bateu mais forte. Quis perguntar, exigir respostas, mas se conteve. Apenas respondeu com a voz baixa, firme:
— Quando o senhor quiser falar... estarei a disposição.
Ence