O clique da porta do passageiro se fechando ecoou no SUV. Beatrice se afastou, sumindo em direção ao interior da Quinta, e o silêncio que se instalou foi ensurdecedor. Apertei o volante com tanta força que os nós dos meus dedos ficaram brancos, me debrucei sobre ele, sentindo a adrenalina ainda zumbindo em minhas veias.
Uma onda de desespero me atingiu, formando um nó na garganta que ameaçava me sufocar. Queria gritar, chorar, socar com força o painel, mas ao mesmo tempo meu corpo parecia paral