O ar de fora estava diferente, vibrando com aquela energia estranha que sempre antecede algo importante.
Caminhei rápido pela varanda, tentando ignorar o calor que ainda queimava sob a pele. As pessoas conversavam em grupos, taças nas mãos, risadas soltas, como se nada pudesse quebrar a contagem regressiva invisível para o novo ano.
Segui Giulia até a lateral da casa, onde dois homens uniformizados falavam ao mesmo tempo. Um segurava uma prancheta, o outro apertava um walkie-talkie que crepita