O nome Bianca ficou ecoando dentro de mim como uma maré que insiste em voltar, mesmo quando a superfície parece calma. Eu poderia apostar que era dela que elas estavam falando.
Tentei afastar o aperto no peito, organizar os pensamentos enquanto organizava mesas, luzes e horários. Não adiantava especular agora.
Se havia algo que eu aprendera nos últimos dias naquela casa, era que a gente nem sempre escolhe o que sente — mas pode escolher o que faz com isso.
Desci para o deck pouco antes do sol