Era 31 de dezembro. O último dia do ano.
E, de alguma forma, parecia que o mundo inteiro estava prestes a recomeçar junto comigo.
O dia foi inteiro um corre-corre delicioso.
Funcionários iam e vinham, caixas sendo abertas, vozes se sobrepondo. O deck de madeira, que avançava em direção à praia como uma extensão natural da mansão, estava sendo transformado aos poucos.
Mesas longas, toalhas claras, arranjos baixos com flores brancas e folhagens verdes, nada exagerado. Mas, silenciosamente ca