A decisão que Helena tentava adiar começou a se impor de maneira implacável. Não como uma resposta clara, mas como um peso constante, uma presença silenciosa que a acompanhava desde o momento em que acordava até quando finalmente fechava os olhos à noite. O e-mail ainda estava ali, marcado, relido inúmeras vezes. As palavras não mudavam, mas o significado delas parecia se transformar a cada dia.
Ela percebeu que já não pensava apenas em si mesma. Pensava em Laura ao imaginar a cidade antiga, o