CAMILLE
O corredor até o fundo do galpão parecia mais longo do que era.
As pernas de Camille ainda tremiam, meio dormentes pela falta de circulação, meio pelo medo que insistia em apertar a garganta. O barulho dos próprios passos parecia ecoar alto demais no silêncio úmido daquele lugar.
Nathan caminhava atrás dela.
Não tocava, mas estava perto o suficiente para que ela sentisse, como uma sombra colada às suas costas.
— Devagar, doutora. Ele murmurou. Não quero que você caia.
Camille ignorou, f