Nós chegamos em casa e Marcus e Elias me escoltaram até a garagem. Marcus entrou primeiro, vasculhando cada canto, como sempre faziam. Havia segurança do lado de fora, mas Marcus e Elias iam além do necessário. Era irritante.
A casa estava silenciosa, como de costume. Não vazia — nunca vazia —, apenas em descanso. Daniel ainda não tinha voltado; era cedo.
Dispensei meus seguranças assim que demonstraram o menor sinal de relaxamento.
Tirei os sapatos na porta e fiquei ali por um instante, escuta