A madrugada caía silenciosa sobre a mansão. A lua cheia se infiltrava pelas frestas da janela do quarto, desenhando linhas prateadas sobre os lençóis macios que envolviam o corpo de Isabelle. O quarto estava calmo, o som sutil do vento lá fora embalando o silêncio adormecido da casa.
Isabelle dormia de lado, os cabelos negros espalhados pelo travesseiro, a respiração serena — até que, de repente, tudo mudou.
No sonho, ela estava ali... no mesmo quarto. Tudo parecia igual, mas havia uma energia