28. Espero que se sinta em casa
Eduardo a conduziu para dentro da casa, e Cecília sentiu o ar mudar assim que cruzaram a porta principal. O interior da fazenda era tão imponente quanto o exterior. O mármore polido refletia o brilho suave da luz do entardecer, e os móveis pesados, de madeira escura, davam ao ambiente um ar quase solene.
A cada passo que dava ao lado de Eduardo, seu coração parecia pesar mais. A lembrança de suas mãos em Max, do calor dos beijos, ainda queimava em sua pele. E agora, ali, com o homem a quem dev