PH
Acordo com um peso leve e agitado sobre meu peito. Abro os olhos e me deparo com o sorriso banguela de Ryan, seus pequenos dedos agarrados à minha camiseta.
— Acorda, papai! — ele exclama, a voz infantil carregada de alegria matinal.
Um nó se forma na minha garganta, e meus olhos se umedecem. Ele me chamou de papai. Um sorriso genuíno rasga meu rosto, e o aperto contra meu filho se intensifica. Uma lágrima solitária escorre pelo meu rosto enquanto começo a lhe fazer cócegas, arrancando g