O sol já se despedia quando ajeitei a manta sobre Yves, garantindo que ele estivesse quentinho no carrinho. O bebê dormia profundamente, os pequenos lábios entreabertos, as bochechas coradas. Era impossível não sorrir.
Milles surgiu da cozinha com um prato de macarrão instantâneo e duas garrafas de refrigerante.
— Jantar de pai solo — disse, sentando-se no sofá. — Não julgue.
— Estou te ajudando a criar um ser humano. A última coisa que farei é julgar seu macarrão — peguei o prato dele e provei