A segunda-feira chegou com céu limpo, brisa morna e o cheiro da cantina já invadindo o pátio da Faculdade de Tecnologia. Luna sentia-se viva. Não apenas respirando — mas existindo com propósito.
Os livros, o notebook, o café com Julia antes das aulas, o grupinho de WhatsApp onde compartilhavam memes de programação, piadas internas e prints de bugs absurdos — tudo fazia parte de uma rotina que finalmente não machucava.
Na aula de Lógica de Programação, sentaram-se juntos na terceira fileira.
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