Isabella desceu do metrô na estação do Brooklyn às 18h47, o céu já escurecendo em tons de cinza sujo. O ar estava frio, úmido, com aquele cheiro característico de outono tardio misturado ao escapamento dos carros e ao pão fresco da padaria da esquina. Ela caminhou as quatro quadras até o prédio antigo onde morava há três anos — um walk-up de tijolos vermelhos, escadas rangentes, vizinhos barulhentos e uma porta que sempre emperrava quando chovia.
Pela primeira vez em semanas, ela não sentiu alí