A suíte estava silenciosa, iluminada apenas pela luz suave do abajur de cabeceira. Isabella ainda estava recostada nos travesseiros, a mão entrelaçada com a de Alexander. Nenhum dos dois parecia ter pressa de quebrar o momento.
Alexander continuou acariciando o dorso da mão dela com o polegar, em movimentos lentos e repetitivos, como se quisesse acalmar não só ela, mas também a si mesmo.
— Eu nunca vi você tão vulnerável quanto hoje — disse ele baixinho, sem julgamento na voz. — Quando te tirei