Um ambiente escuro, com alguns feixes de luzes em cada canto do lugar. Parecia uma sala ampla, que mal dava para ver o fim dela. Teodoro se via ali, sentado em uma cadeira extremamente grande, de uma cor que lembrava um marrom café. Foi quando viu surgir vozes que gritavam em coro:
— “Você está morrendo! O seu tempo está acabando…..”
Teodoro, sentiu o pavor tomar conta do seu corpo. Um nó em sua garganta demonstrando a vontade de chorar.
— Não…. não agora. Estou tão perto de conseguir! Não…. não….
Mesmo tentando argumentar, o coro continuava a gritar as mesmas palavras, parecendo não ouvir seus suplícios. Foi quando de sobressalto seus olhos abriram, avistava um teto branco, e olhando ao redor, viu os aparelhos médicos presos em seu corpo. Uma máscara prendida em seu rosto, e lembrou-se de tudo que aconteceu na casa dos pais de Cristina.
Sua pergunta era se alguém descobriu o que ele tinha. A raiva que começou a sentir novamente, o levou a pensar diretamente em Fernando. Ele ousou o