Melina segurou a alça da mala com mais força do que precisava.
A porta estava à sua frente. Bastava estender a mão, girar a maçaneta e atravessar. Era simples assim. Pelo menos em teoria. Na prática, cada músculo do seu corpo parecia resistir ao movimento.
Ela respirou fundo e levantou a mão.
Não chegou a tocar.
Diogo surgiu atrás dela num impulso, como se tivesse entendido o que estava prestes a acontecer antes mesmo que ela admitisse para si mesma. A mão dele envolveu o pulso dela, firme, que