“Portas Fechadas, Nomes Abertos”
Jonas sobe mais um andar. O corpo ainda estava exausto, mas a mente parecia mais clara do que nunca. Os ruídos do prédio voltaram — estalos sutis, motores de geladeiras antigas, a sensação de que havia gente por perto... mas invisível.
“Se aquilo tudo era real, então alguém mais sabia. E ainda sabe.”
Ele para em frente ao apartamento 908 — o nome no interfone antigo dizia “Camila Andrade”.
A porta estava entreaberta.
Não parecia arrombada. Apenas… esperando.
De