Com o castiçal pronto e a vela posicionada, Jonas se ajoelhou diante da mesa de pedra. A memória ainda queimava viva em sua mente — o ritual da infância, o espelho, o reflexo que não era seu.
Mas algo dentro dele resistia. Uma sensação persistente de que havia algo ainda não compreendido. Algo escondido nas palavras que ele tinha carregado até ali.
Pegou o caderno antigo, aquele que encontrara no armário atrás da rachadura no piso, e passou as páginas com os dedos tremendo. Estavam manchadas, r