— Desculpe?
Ele reprime um sorriso irônico e estala a pétala de uma rosa morta que ainda repousava no vaso com água desbotada. Disfarcei a cor avermelhada que subia às minhas bochechas, amaldiçoando-me por não ter descartado as flores murchas antes.
— Perdi alguma coisa, senhor?
— Você não foi avisada para ir almoçar... — ele fez uma pausa para olhar o relógio enquanto meu rosto queimava — trinta minutos atrás?
— E-eu... — Tropecei nas minhas próprias palavras com os olhos arregalados e a boc