Minhas mãos ainda tremiam quando voltei ao salão do castelo. Meu coração pulsava em um ritmo caótico, e o peso do encontro de instantes atrás continuava esmagando meu peito. Meus olhos se moviam de um lado para o outro, quase como se meu próprio subconsciente tentasse encontrar de novo aquele rosto, aquela presença que eu jurava ser Dylan.
Mas ele não estava ali.
O salão era um oceano de pessoas bem-vestidas, taças de vinho tilintando no ar, risadas e conversas dispersas preenchendo cada ca