O quarto estava mergulhado em um silêncio pesado, interrompido apenas pelo som distante das ondas batendo contra as rochas lá fora. Eu estava com o coração apertado, mas precisava ir até o fim. Precisava de respostas, ainda que parte de mim temesse ouvir a verdade.
“Aquele dia que eu te vi com a roupa suja de sangue… de onde estava vindo e o que você fez?”
Ele permaneceu em silêncio por alguns instantes, apenas me encarando. Seus olhos escuros refletiam a luz da lua que entrava pela varanda a