Fiquei alguns segundos em silêncio, sentindo o peso das palavras dele se acomodarem no quarto ainda escuro. A única luz vinha da fresta da cortina, desenhando sombras suaves nas paredes. Meu corpo estava exausto demais para brigar, mas meu coração… esse ainda sabia lutar.
“Ethan…” murmurei, passando a mão pelo rosto. “Você não pode chegar assim, no meio da madrugada, achando que ainda manda na minha vida.”
Ele não respondeu de imediato. Apenas ficou ali, deitado ao meu lado, encarando o teto