A correnteza ainda tentou me puxar de volta, mas lutei como pude até alcançar a margem. Saí da água me arrastando, os joelhos afundando na lama, o corpo pesado demais para obedecer. Tossia sem parar, o ar entrando aos golpes, ardendo nos pulmões. Havia cortes nos meus braços, a pele queimada pelo atrito das pedras, e uma dor aguda nas costelas que me fazia gemer a cada movimento.
Aquilo doía.
E esse foi o meu maior medo.
Se eu estava assim… Isabella estava pior.
Levantei-me com dificuldade