O sol da manhã iluminava a capela particular da família Castro, erguida em meio aos jardins da mansão. Era um espaço elegante, simples, com vitrais coloridos que deixavam a luz entrar em tons dourados e azulados, como se o céu tivesse descido para abençoar aquele instante.
As cadeiras estavam organizadas com flores brancas delicadas, e no altar, uma fonte de mármore aguardava a água que seria usada no batismo. O ambiente respirava solenidade, mas também alegria.
Elisa entrou de braços dados com