A porta do quarto se fechou com um estalo abafado, e Sophia, parada discretamente no corredor do hotel, recuou um passo para as sombras. O salto fino da sandália encostou na parede, e ela prendeu a respiração.
Não precisava se esforçar para ouvir, as vozes de Eduardo e Elisa atravessavam a madeira como se o destino tivesse feito questão de lhe dar aquele presente.
Eduardo estava furioso, desconfiado. Elisa… ah, Elisa parecia hesitar, como alguém que queria acreditar no bem das pessoas, mesmo q