A resposta não veio em forma de ataque. Veio em forma de presença.
Isabela percebeu primeiro. Não foi uma ligação, nem uma mensagem direta. Foi mudança. Pequena demais para ser óbvia, grande demais para ser ignorada.
— Você sentiu? — perguntou ela, sem tirar os olhos do notebook.
Henrique, no sofá, levantou o olhar.
— O quê?
— Movimento.
O silêncio caiu.
Ele se levantou devagar.
— Explica.
Isabela virou a tela.
— Empresas que estavam inativas voltaram a operar.
— Isso não é estranho.
— É quando