O silêncio entre as duas não era apenas tenso.
Era frágil.
Como algo prestes a quebrar a qualquer movimento errado.
Isabela não desviou o olhar.
Também não pressionou imediatamente.
Ela esperou.
Porque, às vezes, o que a pessoa não diz revela mais do que qualquer resposta.
Marina sustentou o olhar por alguns segundos.
O sorriso leve ainda ali, mas já não era natural.
Era controle.
E Isabela percebeu.
— Você veio até aqui pra isso? — perguntou Marina.
O tom calmo, mas mais firme.
— Pra me coloca