A manhã chegou com um silêncio diferente. Era o tipo de silêncio que não incomodava, mas dizia tudo. Isadora despertou com o calor do corpo de Dominic ao seu lado, o braço dele envolvido em sua cintura, como se temesse que ela desaparecesse se ele soltasse.
Ela não queria se mover. Não queria que a magia da noite anterior evaporasse com o nascer do sol. Por um instante, permitiu-se apenas sentir. O peso do corpo dele, o som do respirar tranquilo, o cheiro amadeirado que impregnava os lençóis.
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