Quando eles se despediram na porta da casa da Ava, Clarence ajeitou a bolsa no ombro e lançou um olhar de canto para o filho.
— Adam… o que é que você está aprontando? — perguntou com aquela voz mansa, mas cheia de malícia materna.
Ele soltou uma risadinha, passando a mão pelos cabelos.
— Nada, mamãe. Estou investindo… na Ava.
— Investindo? — Clarence arqueou a sobrancelha.
— A senhora mesma disse que ela era uma boa moça. E que torcia por nós. Então… eu pedi uma chance. — Ele suspirou fundo. —