Adam estava no carro, parado diante da casa dos pais, ainda com o coração batendo acelerado. A discussão na mesa ecoava em sua mente como um trovão. Pela primeira vez na vida, ele tinha falado em voz alta o que sempre calara.
Pela primeira vez, viu lágrimas verdadeiras nos olhos da mãe.
Ele sabia que não podia deixar a noite acabar daquele jeito.
A mãe merecia ouvir de forma clara que não estava sozinha.
Com mãos trêmulas, pegou o celular e digitou devagar,